OLIVEIRA, Josenildo Rodrigues de; MAZOCCO, Viviane Tom; STEINER, Denise. Pitiríase Versicolor. An. Bras. Dermatol., Rio de Janeiro, v. 77, n. 5, sept./oct. 2002. Disponível em: http://goo.gl/q6CcRJ. Acesso em: 31 mar. 2014.
A expressão pitiríase versicolor define uma infecção fúngica superficial caracterizada por alterações na pigmentação cutânea (OLIVEIRA et al, 2002).
Etiologia
O agente etiológico é o fungo Malassezia furfur, que é colonizador natural da pele humana, mas pode causar pitiríase. As lesões são máculas bem delimitadas, normalmente localizadas na parte superior do corpo e que apresentam uma fina escama “furfurácea” (ROTTA, 2011).
Tratamento
O tratamento é tópico e consiste em cremes e loções imidazois e triazois: clotrimazol, econazol, cetoconazol, sulconazol, oxiconazol e miconazol. Devem ser aplicados ultrapassando a lesão, duas vezes ao dia, por 7 a 14 dias.
Recomendações
Além do tratamento tópico, recomenda-se também utilizar xampu antifúngico no corpo e no couro cabeludo, que deve ser deixado por 15 a 20 minutos. As opções são: sulfeto de selênio a 2,5% ou xampu de cetoconazol.
Referências
OLIVEIRA, Josenildo Rodrigues de; MAZOCCO, Viviane Tom; STEINER, Denise. Pitiríase Versicolor. An. Bras. Dermatol., Rio de Janeiro, v. 77, n. 5, sept./oct. 2002. Disponível em: http://goo.gl/q6CcRJ. Acesso em: 31 mar. 2014.