O contexto histórico do surgimento das políticas de ISTs/Aids e hepatites virais
Em 2002, o Brasil criou o Programa Nacional de Hepatites Virais que em 2009 integrou-se ao Departamento de DST e Aids, o qual atualmente é denominado Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (BRASIL, 2011).
Em 2016, o departamento passou a usar a nomenclatura “IST” (infecções sexualmente transmissíveis) no lugar de “DST” (doenças sexualmente transmissíveis). Clique nas siglas abaixo para conhecer o motivo desta mudança (BRASIL, 2016):
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A denominação ‘D’, em ‘DST’, refere-se à doença, o que implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo.
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A denominação “I”, em “IST”, refere-se a infecções, visto que as ISTs podem apresentar períodos assintomáticos (sífilis, herpes genital, condiloma acuminado, por exemplo) ou se manter assintomáticas durante toda a vida do indivíduo (casos da infecção pelo HPV e vírus do herpes), e são somente detectadas por meio de exames laboratoriais.